30 março 2012

Pensamentos antigos - parte 3






Enfim, continuando com os pensamentos antigos. Isto já faz parte do passado e já aconteceu à uns longos dias, quase semanas, mas ainda assim tenho reflexões, ideias e dúvidas.
Já me perguntei imensas vezes, se afinal de contas ele ainda gostava dela, porque é que me disse aquelas coisas? Porque é que ele escreveu gmdt? Porque é que não arriscou e falou com ela em vez de gastar o seu tempo a iludir-me com as suas palavras? Escusava de me fazer passar aquelas figuras. Mas pronto, “não sendo mázinha”, ele não sabia das coisas todas, pensava que era na boa.

Acho incrível como as coisas podem mudar em uma semana! Na 3º feira tivemos uma ótima conversa, parecia que as coisas iam correr bem para mim e na 3º feira seguinte voltamos a falar, mas foi uma má conversa, parecia que ele me odiava!  Mas fico feliz porque logo no dia seguinte, as coisas voltaram ao normal. Pensava que ele ia ignorar-me, mas na verdade quem tentava ignora-lo era eu. Pelo menos as coisas estão calmas e normais, se bem que não me vou esquecer do que aconteceu de cada vez que olhar para ele.






Mesmo com o tempo que passou ainda me questiono.
Porque é que não desisti quando ela escreveu que não ia desistir? Assim acaba logo ali o assunto, nada do resto acontecia e eu não me magoava.
Porque é que eu não lhe perguntei se ele gostava de mim quando ele demonstrava algum interesse? Assim era ele a sujeitar-se à tal pergunta e se ele respondesse que sim se calhar poderia existir algo.
Porque é que  eu escrevi aquele texto no blog? Se calhar se não o tivesse feito ela não estaria “atualizada”, não sabia que tinha de falar com ele, eles não falavam, ele não sabia que ela ainda gostava dele e se calhar eu e ele aproximavamo-nos, uma vez que ninguém sabia de nada.
Enfim, várias perguntas e dúvidas ainda aqui presentes na minha cabeça, quase como sinal de uma rapariga desesperada e maluquinha ainda a sonhar como se isto fosse um conto de fadas e houvesse esperança e opção de escolha. Eu não queria deixar de gostar dele mas fui obrigada a isso. É verdade que por um lado sinto mal comigo, questiono-me o que fiz de mal e em que é que eu errei. Será que se eu tivesse feito as coisas de maneira diferente eu e ele “estaríamos juntos”? Talvez sim talvez não.
Apesar disso, não me arrependo disto do triângulo amoroso. É verdade que no fim sofri, mas existiram coisas boas no meio. Valeu a pena porque cresci e aprendi a não chorar por alguém que não gosta de mim! Estou super orgulhosa de mim por isso. Além do mais, se isto não acontecesse eu não escrevia no blog e não deixava mais uma marca das coisas que gosto de fazer. 
Acho que daqui a algum tempo vamos olhar para isto, rir e pensar “ui! Que tempos!”.

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