05 março 2012

A culpa disto tudo é tua


Estou contente por saber o que tenho de fazer, mas triste porque não é o que quero fazer. Não quero deixar de gostar de ti, mas se calhar é o melhor que tenho a fazer. Aos poucos estou a conseguir livrar-te dos pensamentos, mas devagar, muito devagarinho. Quero mesmo é pensar menos em ti, dar-te menos importância e preocupar-me menos.
Por um lado não me preocupo com o fim disto porque desta vez não fui eu que comecei mas sim tu. A culpa disto tudo é tua, tua e só tua. Eu estava muito bem no meu cantinho a viver a minha vidinha e tu de repente apareces-me todo querido e simpático. Não digo que fui parva, porque acho que não aconteceria só a mim. Deixei-me levar pelos teus encantos, pelo teu charme e pelas tuas palavras. Eu gostei, eu gosto, mas não sei se irei continuar a gostar.
Como já disse, quero preocupar-me menos, mas essa parte é mesmo difícil. Digo que não quero saber o que tu fazes ou deixas de fazer, com quem estás ou deixas de estar mas acabo sempre por me preocupar. Que raiva ainda me incomodar se estás com esta ou aquela e não comigo, como outrora. Oh shit, como isso me incomoda... Mas é estúpido não é? Que seja! Também achei estúpido achar que tu gostavas de mim uma semana sim uma semana não, só porque uma vez por semana me dizias algo bonito e eu ficava com esperanças. Mas enfim, tu és estúpido, mas só por seres rapaz. 
Vamos lá ver é se, agora, que vou tentar (ui! tentar!!) voltar a olhar para ti como outro colega qualquer, tu vais dar-me alguma atenção, sim, só para me contrariar.

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